- A Biblioteca Brasiliana é um projeto da Universidade de São Paulo que permite o acesso para a pesquisa e para o ensino na maior coleção de livros e documentos de e sobre o Brasil, tornada disponível na internet graças à doação do acervo de José e Guita Mindlin para a USP. Acesse já!
- Toda quarta-feira, às 13h30min, você tem a oportunidade de ouvir um bom debate literário no programa Dois Pontos, na Rádio da UFRGS, ZYK 280, 1080 kHz AM Stereo, ou através do link (para ouvir pela web, é necessário ter o Real Player instalado).
- As bibliotecas virtuais do Surdina.com estão centralizadas e divididas em cinco áreas: Prosa, Poesia, Drama, Crítica Literária e Fotos, Música e Documentos. Elas contam com um ótimo acervo de textos críticos e literários, além de fotos, gravações e outros documentos. Os textos que você encontra aqui costumam ser exigidos para leitura pelos professores universitários dos cursos de Letras e áreas afins. Os arquivos das bibliotecas virtuais do Surdina.com estão armazenados no 4shared.com. Clique na biblioteca de sua preferência para mais informações. Confira!
- Atenção: Caso você encontre algum arquivo com o link quebrado em alguma das bibliotecas virtuais, nos informe pelo formulário de contato qual é o texto que está fora do ar para que possamos atualizá-lo. Obrigado!
- | ::unhas::roídas | 17/06/2009 | 23:56:59
- [ Qual jornalismo queremos? ]
- Vamos ler juntos:
Divergências sobre a qualificação profissional
O pólo oposto na disputa em torno da exigência do diploma é bastante eclético. As empresas de comunicação, em sua quase totalidade, adotaram posição contrária à obrigatoriedade. Um dos maiores jornais do país, a Folha de São Paulo, inclusive, aceita alunos que estejam nos últimos semestres da graduação ou recém-formados em qualquer curso de nível superior em seu programa de treinamento em jornalismo diário. Na mesma trincheira, no entanto, se alinham também profissionais de outras áreas que trabalham no campo e mesmo jornalistas diplomados.
Um dos principais argumentos desse grupo bastante diversificado é o fato de não haver a exigência de obrigatoriedade do diploma em outros países, como Alemanha, Estados Unidos, Espanha, Reino Unido e França. Em contrapartida, nações como Arábia Saudita, Colômbia, Congo, Síria, Tunísia e Ucrânia compartilham legislação semelhante à brasileira no assunto.
Quanto à questão da qualificação do profissional da área, os opositores do diploma afirmam que, embora realmente indispensável, tal capacitação não é dada exclusivamente pelos cursos de Jornalismo. Por isso, o argumento não sustentaria a obrigatoriedade em pauta. Vencedor de quatro prêmios Esso, o jornalista português Carlos Chaparro afirmou, no artigo "O diploma não pode ser o eixo da discussão", que levando em conta as complexidades e liberdades do mundo atual e o que ele exige do jornalismo, o ingresso na profissão de jornalista deveria ser acessível a quaisquer cidadãos no pleno uso dos seus direitos, desde que provem ter formação superior concluída. "Precisariam, porém, passar por um período de estágio ou experiência probatória."
Outra crítica feita à obrigatoriedade do diploma é que ela causou o surgimento de diversas instituições que se aproveitam da exigência ... | continue lendo
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